terça-feira, 18 de março de 2014

0 Fonte de renda, maior faixa contínua de manguezal do mundo corre perigo

Edição do dia 29/03/2013
29/03/2013 21h27 - Atualizado em 29/03/2013 21h27

Um estudo internacional, publicado no mês passado, revela: está no Brasil a maior faixa contínua de manguezal do mundo.

Um estudo internacional, publicado no mês passado, revela: está no Brasil a maior faixa contínua de manguezal do mundo. Mas essa fonte de alimento e renda para milhares de brasileiros corre perigo. É o que mostram Vladimir Netto e Hélio Gonçalves na segunda reportagem da série especial que o Jornal Nacional apresenta esta semana.

São milhões de litros de água sendo despejados pelos rios no mar a todo momento. E uma imensa floresta: a maior faixa contínua de manguezal do mundo. Começa perto de Belém do Pará e vai até São Luis do Maranhão.

“Esses manguezais têm uma área de sete mil e quinhentos quilômetros, que é uma área superior aos manguezais da Índia e Bangladesh e os manguezais de Papua-Nova Guiné, que têm aproximadamente seis mil quilômetros de extensão”, diz o geólogo Pedro Walfir.

No país todo, são mais de 11 mil quilômetros quadrados de manguezais espalhados do Amapá até Santa Catarina. Mas só no Norte do Brasil ele encontrou condições tão boas para crescer. Basta olhar as árvores.

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Na Amazônia, com a grande quantidade de chuva e a imensidão dos rios, a água fica menos salgada. Por causa disso, do sol forte o ano inteiro e da lama rica em nutrientes, as árvores de mangue crescem mais, e algumas chegam a 40 metros de altura.

O mangue vermelho faz verdadeiras esculturas na floresta. O mangue preto espalha suas raízes que saem da lama em busca de oxigênio. Pelas folhas, expulsa o sal do mar.

“O truque para ela se adaptar ao manguezal é conseguir eliminar o sal do organismo”, explica o biólogo Marcus Fernandes.

Nesse ambiente, as aves se multiplicam. O guará tem a cor que tem por causa do que ele come no manguezal. Há também muitos peixes e, claro, caranguejos, espécie-chave para esse ecossistema.

“Quando eles cavam suas tocas, as suas galerias, eles estão cavando o meio pelo qual o ar entra no chão do manguezal, no chão do manguezal, e isso é importante para o sistema”, acrescenta Marcus Fernandes.

Na beira do rio, aparecem três catadores. Os mais velhos de 12 irmãos que vão tirar o sustento de toda a família do manguezal, ou mangal, como eles chamam. Para entrar na lama eles vestem calça, luva e sapato, e rapidamente nos deixam para trás.

Andar por lá não é nada fácil. Exige esforço físico, coordenação, sorte e não pode pisar longe dos galhos. Se pisar longe dos galhos, já era. Você não tem a menor chance.

Logo a roupa e a pele se misturam à lama. Em meia hora, mais de 20 caranguejos. “O almoço já tem. Nós viemos só tirar mesmo para fazer o assado quando chegar em casa”, diz um dos meninos.

Eles lavam os caranguejos no rio sob a chuva da Amazônia. São para o almoço. Mas na maioria das vezes os caranguejos vão mesmo é para o mercado.

Na feira de Bragança, norte do Pará, caranguejo não falta.

“Aqui é domingo a domingo. Quando não tem, o pessoal está procurando, tem que ter todo dia”, conta um vendedor.

Muitos não aguentam e morrem. A cena incomoda até quem é de lá.

“Isso não é comida típica para a gente, isso é alimentação diária. A gente fica com medo de o tempo comprometer. A falta de consciência de conservação e preservação e comprometer o futuro da espécie”, reflete o vidraceiro Fábio José Ribeiro dos Santos.

O pesquisador acha que é possível preservar o manguezal para as próximas gerações. “Eu acredito que os manguezais podem garantir e coexistir com futuras gerações desde que a gente tenha habilidade para utilizá-lo de forma sustentável e as nossas autoridades tenham a sabedoria de aprovarem leis que permitam a conservação desse ecossistema”, conclui o geólogo Pedro Walfir.

 

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/03/fonte-de-renda-maior-faixa-continua-de-manguezal-do-mundo-corre-perigo.html

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

0 FORÇA TAREFA PARA LIMPAR O MANGUE

 

Guardiões do Mar através do Projeto Uçá realiza Operação Limpa Oca em Estação Ecológica na Baía de Guanabara.

A Instituição Guardiões do Mar através do Projeto Uçá, reuniu uma Força Tarefa e numa ação piloto inicia a Operação Limpa Oca em área de manguezal localizado nos limites da Estação Ecológica da Guanabara (ESEC-Guanabara ), lado leste da Baía de Guanabara.O movimento que acontece pela primeira vez naquela área, une biólogos dos Guardiões do Mar, 13 catadores de caranguejo da ilha de Itaoca,técnicos da APA de Guapimirim e ESEC, Agenda 21 de São Gonçalo e Secretaria de Meio Ambiente de São Gonçalo.Durante dois meses as equipes trabalharão na retirada de resíduos sólidos desse santuário ecológico quantificando , avaliando de onde vem os resíduos e identificando possíveis principais poluidores.

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                   Com as equipes do Uçá os catadores navegam uma hora de barco até o mangue

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Na volta, os catadores param na Praia de São Gabriel para pesagem  do material.

 

 

 

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Todo o lixo será catalogado

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Bonecas, tubos de televisão e até computadores são encontrados no mangue

As coletas já começaram e, em apenas dois dias, uma extensa área, já foi limpa.A ação piloto integra a sociedade civil organizada, a administração pública municipal e federal, catadores e conta com o Patrocínio da Petrobras por intermédio do Programa Petrobras Ambiental.

“Com essa ação esperamos deixar ao menos uma porção dos manguezais da Baía em melhores condições para o crescimento do caranguejo Uçá além de proporcionar espaço para crescimento da vegetação e ainda gerar renda alternativa para os catadores, principais prejudicados com tanto lixo. Pretendemos renovar a ação durante a época de defeso do Uçá. Também é uma maneira de mostraremos a sociedade como uma simples ação de jogar “um lixinho no chão” pode impactar todo um ecossistema berçário da vida marinha, o manguezal. Nós não vemos, mas nosso lixo está lá, destruindo a vida na Baía de Guanabara.”  explica Pedro Belga Presidente da ONG Guardiões do Mar e Coordenador do Projeto Uçá.

O dados coletados servirão para uma ação mais efetiva na época de defeso, período em que é proibida a cata do caranguejo e catadores ficam sem ter como sustentar suas famílias. A coleta acontecerá sempre em dois dias por semana, durante dois meses.Acompanhados de técnicos do Projeto Uçá e dos parceiros, os catadores vão de barco até entrada da Estação Ecológica e lá iniciam toda a limpeza. Após toda a coleta de resíduos as equipes transportam tudo para a Praia de São Gabriel, na Ilha de Itaoca em São Gonçalo e efetuam triagem e pesagem no local. Depois um caminhão da PMSG (Prefeitura  Municipal de São Gonçalo leva todo o material até o destino final correto). Os dados são coletados em três grandes grupos (plásticos, vidro e metais), além de quantificação de lixos inusitados (tubos de imagens, sofás, teclados e monitores, entre diversos outros)  e estão sendo calculados para o balanço que será feito ao final de toda a Operação Mangue Limpo.

O projeto Uçá atua em seis municípios do entorno da Baía de Guanabara: Niterói, São Gonçalo, Guapimirim, Maricá, Magé e Itaboraí. Além de reflorestar mais de 8 hectares de mangue no último ano o Uçá   atendeu  mais de 28 mil pessoas levando educação ambiental para escolas, cursos e entidades. De uma forma lúdica os técnicos da Guardiões do Mar mostram a importância de replicar a ideia de cuidar do ecossistema e a importância do ser humano adquirir boa práticas ambientais.     

Para reaplicar a ideia, o Projeto Uçá já fechou diversas parcerias, entre elas, com a Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC), possibilitando a realização do Curso de formação Continuada para Educadores e lideranças. Mais de 5.690 professores poderão utilizar novas atividades práticas na área de Educação Ambiental. 

Liliandayse Marinho – Assessora de Imprensa – 8012.7508 / 96614306
liliandayse.imprensa@gmail.com

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

0 Projeto Caranguejo Uçá Visita a Agenda 21 de São Gonçalo

 

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Apoiadora e parceira das ações do Projeto Caranguejo Uçá a Agenda 21 de São Gonçalo recebeu a visita da Coordenação Técnica e Gerência de Educação Ambiental em sua primeira reunião de 2014, no Centro Integrado de São Gonçalo.

Na oportunidade foram apresentados os resultados parciais da área de Educação Ambiental, fornecidos o álbum e jogo “Caminhos do Uçá” e a Cartilha de Práticas de Educação Ambiental.

Momento em que a Gerente de Educação Ambiental, Bióloga Sabrina Sodré apresentava o álbum e jogo “Caminhos do Uçá”.

 

 

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Na foto O Sr. Secretário Municipal de Meio Ambiente, Sr. Marcos Manhães, Sr. Vereador Armando Marins, componentes do Instituto Baía de Guanabara e da agenda 21 comentando sobre o material didático do Projeto Caranguejo Uçá.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

0 A Educação Ambiental (E A) do Projeto Caranguejo Uçá(PCU) em visita técnica a Secretaria Estadual de Educação (SEEDUC)

 

educação ambientalOntem, a assistente Técnica da Coordenação de Educação Ambiental da SEEDUC recebeu a equipe principal de Ed Ambiental do PCU. Foram entregues Kits contendo Cartilhas de Atividades Práticas de E A, lâminas para ações com os alunos de Educação Infantil, Jogo “Caminhos do Uçá”, agenda e moleskines. Além disso, houve a entrega de Relatório Parcial do Convênio em vigência que também será encaminhado a Casa Civil.

A equipe do PCU ficou muito satisfeita, pois a Superintendente Pedagógica da SEEDUC elogiou as atividades já realizadas nos municípios de Maricá, Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Guapimirim e Magé.

 

Momento da entrega do material do Projeto a Coordenação da SEEDUC

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

0 Período de proibição da captura do caranguejo-uçá começa no ES

19/01/2014 12h56 - Atualizado em 19/01/2014 12h56

 

Catadores que não respeitarem podem perder a licença.
Estabelecimentos não poderão comprar o animal de outros estados.

Do G1 ES  

Caranguejo-uçá (Foto: Marcos Salles/ PMV)

caranguejo ESA primeira andada do caranguejo-uçá, dias em que ocorre o período reprodutivo do crustáceo, acontece deste domingo (19) e vai até o próximo dia 25 de janeiro, no Espírito Santo. Nessa semana estão proibidas a captura, a manutenção em cativeiro, o transporte, o beneficiamento, a industrialização, o armazenamento e a comercialização do animal ou de suas partes. Segundo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), restaurantes, bares e demais pontos de venda que compravam o produto de outros estados também não poderão ofertar o animal.

O gerente de Recursos Naturais do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), Pablo Merlo, explicou que proibir sem exceções a venda de caranguejos durante a andada foi uma decisão tomada durante o Fórum Estadual de Gestão dos Manguezais, realizado em dezembro de 2013. O evento teve a participação dos representantes de órgãos ambientais, associações de catadores e do Sindicato de Bares, Restaurantes e Similares (Sindibares).

O gerente explicou também que esse novo procedimento foi definido devido ao grande número de denúncias de fraude nas declarações de estoque e de origem do animal.

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Os estabelecimentos flagrados comercializando caranguejos poderão sofrer penalidades impostas pelos municípios e demais órgãos responsáveis pela fiscalização, como a Polícia Ambiental e o Ibama. Além disso, os catadores que desrespeitarem a regra poderão perder benefícios concedidos pelas prefeituras.

Campanhas educativas
Durante o período da andada, quando os caranguejos saem de suas tocas para o acasalamento e liberação de ovos, eles acabam ficando muito vulneráveis à captura. Por isso, para aumentar a proteção ao crustáceo, o Iema realizará ações educativas e de fiscalização nas Unidades de Conservação do Estado que possuem ecossistema de manguezal e em seus entornos, como a Área de Preservação Ambiental (APA) de Conceição da Barra e no Parque Estadual de Itaúnas, no Norte do Estado, e na Reserva Estadual de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Concha D’Ostra, em Guarapari.

Períodos de andada do caranguejo-uçá
1º Período: de 19/01 a 25/01
2º Período: de 02/02 a 08/02 e de 16/02 a 22/02
3º Período: de 03/03 a 09/03 e de 18/03 a 24/03
4º Período: de 01/04 a 07/04 e de 17/04 a 23/04

http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2014/01/periodo-de-proibicao-da-captura-do-caranguejo-uca-comeca-no-es.html

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

0 Ecobarcas começam trabalho de recolhimento de lixo da Baía de Guanabara

“Noticias interessantes precisam ser compartilhadas”.

 

ARQUIVOS DA TAG: BAÍA DE GUANABARA

Publicado em 10 de janeiro de 2014

 

ECOBARCOS COMEÇAM A RECOLHER LIXO DA BAÍA DE GUANABARA                                               © Tânia Rêgo/ Agência Brasil

 

Da Agência Brasil
03/01/2014 – 12h55

Rio de Janeiro – A Secretaria Estadual do Ambiente começou hoje (3) a operar três embarcações especializadas em recolhimento de lixo, para retirar resíduos flutuantes da Baía de Guanabara. Nas próximas semanas, uma base de operação será instalada no Clube Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, na zona norte, e outra na Escola Naval, na região central do Rio. Ao todo, dez ecobarcos foram contratados para limpar a Baía.

Os resíduos recolhidos serão depositados em contêineres da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), instalados na Marina da Glória, e encaminhados para indústrias de reciclagem. A iniciativa é financiada pelo Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) e está orçada em R$ 3 milhões. A ação integra o projeto Baía Sem Lixo 2016, uma das 12 ações do plano Guanabara Limpa.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, informou que foram recolhidos na manhã desta sexta-feira resíduos sólidos variados, como bancos, assentos de vaso sanitário e grandes galhos de árvore.

“Hoje a gente pegou a tampa de uma latrina aqui e um galho enorme de uma árvore. Não é só a questão da poluição, é a questão do risco de acidentes com as embarcações. Porque esses grandes resíduos podem quebrar hélices de barcos e causar acidentes”, disse o secretário.

Ainda segundo Minc, além da coleta de lixo flutuante, a campanha visa também à conscientização dos donos e usuários de barcos. “Estamos aqui com o apoio da Marina da Glória. Já tem uma orientação para uma campanha de conscientização dos proprietários de barcos, para coletarem também o lixo flutuante, para tomarem conta dos lixos dos próprios barcos”.

O projeto Baía Sem Lixo 2016 prevê ainda, para fevereiro, o início da construção de oito ecobarreiras às margens da Baía de Guanabara. Atualmente, dez ecobarreiras estão espalhadas pelo estado. Elas recolhem, em média, 15 toneladas de lixo por mês. As ecobarreiras são estruturas feitas de materiais reciclados instaladas próximas à foz de rios para o recolhimento de resíduos sólidos.

O plano Guanabara Limpa espera alcançar o saneamento de 80% da Baía de Guanabara até 2016, quando vai sediar competição de barco a velas durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Veja a galeria de fotos aqui

Edição: Denise Griesinger

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

0 Surfista registra quantidade impressionante de lixo na Baía de Guanabara

 

“Sabemos que a notícia já foi divulgada em diversos locais nas redes sociais, mas o assunto é atualíssimo e sempre preocupante. Portanto, não podemos deixar cair no esquecimento.”

26/12/2013

Fotos foram tiradas na Praia de Icaraí, em Niterói, Região Metropolitana. Biólogo compara Baía a latrina e diz que maré baixa pode ser a causa.

O mar é o ambiente de trabalho de Paulo César dos Santos Oberlander. Professor de surfe há mais de 20 anos, e há um se aventurando no mercado de stand-up paddle, ele costuma registrar os passeios com câmera e celular. Em um deles, na quinta (19), pretendia admirar um porta-navios perto da Praia de Boa Viagem, em Niterói, quando foi surpreendido por um rastro de sujeira na Praia de Icaraí, na mesma cidade, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Desistiu de remar e parou para clicar.

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Morador do bairro vizinho de Piratininga, Paulo César já passou seis horas remando para chegar até a Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Durante as longas jornadas, jura que já se viu ameaçado por tubarão, baleia orca e até quase perdeu o celular para uma gaivota que confundiu o aparelho com um peixe. Mas nunca tinha vivido nada parecido.

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"Estou acostumado a ver coisas absurdas, mesmo na Baía de Guanabara, como sacos [plásticos], mortandade de peixes e lixo, mas nada tão acumulado quanto ali", lamentou o surfista.

ecofaxina 3Para ele, a aproximação do verão é uma época lucrativa, embora as correntes marítimas tragam, com o dinheiro, uma água turva. A estação do ano é, porém e principalmente, o momento para o professor estimular um estilo de vida nos alunos. "Quero botar cada vez mais gente no stand-up paddle, mas remando em água limpa", resumiu.

Segundo o biólogo Mário Moscatelli, são justamente as correntes marítimas que podem ter causado a "porcalhada". "A Praia de Icaraí fica dentro da Baía de Guanabara, que, como costumo falar, é uma latrina. Com a maré de lua cheia, ela sobe muito e desce muito. Nisso que desce, toda a 'porcariada' escoa para a área oceânica e Icaraí fica no caminho", resumiu.


Fonte: G1 Rio

http://www.institutoecofaxina.org.br/2013/12/surfista-registra-quantidade-impressionante-de-lixo-na-baia-de-guanabara.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+institutoecofaxina+%28Instituto+EcoFaxina%29