Nós do projeto Uçá agradecemos a equipe do Magé On line pela bela matéria feita sobre nosso projeto.
Manguezal da APA de Guapimirim vai ganhar novo fôlego. | Magé Online
Nós do projeto Uçá agradecemos a equipe do Magé On line pela bela matéria feita sobre nosso projeto.
Manguezal da APA de Guapimirim vai ganhar novo fôlego. | Magé Online
As 09:00h foi realizado o hasteamento do Pavilhão Nacional e dado início a atividade de limpeza da orla da Ilha das Flores. Projeto UÇÁ e 90 GEMAR parceria em prol da Baía de Guanabara.
Antes da limpeza do litoral, escoteiros, lobinhos, seniores e pioneiros, assistem palestra sobre a Baía de Guanabara. É gratificante ver crianças e jovens tão interessados em aderir às boas práticas ambientais. Esta ação faz parte de uma atividade que acontecerá até o final do ano, onde serão capacitados para receber a Insígnia Mundial de Meio Ambiente.
Ameaças mais significativas a sua integridade:
A Revista Ecológico publicou hoje uma matéria falando sobre o nosso trabalho de recuperação de manguezais.Obrigada ao pessoal da redação.Muito bom quando o trabalho de nossa equipe é reconhecido.http://www.revistaecologico.com.br/noticia.php?
Meta é o replantio de oito hectares na Área de Preservação Ambiental - Fotos: Divulgação ONG Guardiões do Mar.
Criado pela Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental (AIDIS), a data é celebrado simultaneamente em 32 países da América Latina e Caribe. Seu lançamento foi feito em 9 de agosto de 2002, na cidade de São Paulo, pelo presidente da entidade, Carl-Axel P. Soderberg. O objetivo foi alertar sobre os riscos da poluição atmosférica ao bem estar de todos.
Cerca de 100 milhões de pessoas em cidades latino-americanas respiram um ar que não atende aos padrões de qualidade estabelecidos pela OMS - Organização mundial de Saúde.
Outras 123 milhões, nos Estados Unidos e Canadá, sofrem com um ar que não alcança os níveis de qualidade estabelecidos pela legislação desses países. Por este motivo, a AIDIS criou o Dia Interamericano de Qualidade do Ar.
Na Região Metropolitana de São Paulo, as ações de controle exercidas pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB promoveram o decréscimo das concentrações de poluentes a partir de 1997, mas ainda permanecem acima dos padrões legais vigentes.
A principal fonte são os veículos que, no caso do monóxido de carbono (CO), lançam uma carga 1.691,2 mil toneladas/ano, excedendo o padrão de qualidade, especialmente no inverno. Também no caso do ozônio*, os padrões são frequentemente ultrapassados.
O objetivo da AIDIS é de estimular o debate em torno desse tema, que envolve questões como as emissões veiculares e industriais, mudanças climáticas, camada de ozônio e outras.
* Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta.
O Patinho Feio que na verdade é um Lindo Cisne
Caro leitor (a), como já escrevi outras quando escolhemos um dia para homenagear uma espécie ou ecossitema é por que estamos em via de perde-lo. É o caso dos manguezais...
Contextualização
Com o desenvolvimento humano as grandes cidades se localizaram, em todo o planeta, próximo aos corpos d´água. Não seria diferente com os mangues. Neste caso, com uma agravante, fonte de renda, pela coleta de alimento e madeira (abrigo e olarias), e ainda mais, caminho para descarte de efluentes líquidos de toda a natureza. Se acreditava erradamente de que por ele ser “feio” e com mosquitos não merecia tratamento privilegiado como outros ecossistemas.
O crescimento urbano foi mais célere que o conhecimento técnico e quando os pesquisadores conseguiram revelar ao mundo leigo a importância dos manguezais, para muitos, já estava perdido...
Sua Importância
- Amortização e contenção do ambiente marinho com o continente;
- Regulação Térmica;
- Berçário de uma fração significativa de espécies;
- Estrutura física de parte de algumas Teias Alimentares;
- Fornecedor de matéria para pesca e coleta de moluscos e crustáceos (alimentação e comercialização da espécie humana); dentre outros atributos.
Atuais maiores inimigos
- Esgotos in natura, criação de camarões e desmatamento acelerado de sua floresta característica.
Mobilização Internacional
1980: - A Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) publicou um Atlas detalhado sobre manguezais. 1/5 deles relataram, já havia sido destruído.
1998: - O ativista Hayhow foi vitimado enquanto participava de protesto junto a organizações de base e ao Greenpeace Internacional.
2004: - II Assembleia Geral Internacional da REDMANGLAR declarou o Dia Internacional de Proteção aos Ecossistemas de Manguezal.
Um pouquinho de nossa história...
Tenho um amigo, companheiro de trabalho, que levantou, a pouco tempo uma matéria interessante... É fácil lutar pelas espécies animais e ecossistemas consideradas como belas, pela arrasadora maioria das pessoas. Praias, tartarugas, baleias, golfinhos, corais, diga-se de passagem, todas extremamente merecedoras de toda a proteção e cuidado. Mas e os manguezais, histórica e esteticamente mal vistos? – Sempre localizados nos fundos das casas, fábricas... Recebedores do que há de pior do que nós descartamos sem nenhum cuidado ... A Mãe Terra, tão dadivosa ainda, luta bravamente mantendo-os com áreas no mundo todo como verdadeiros santuários, oferecendo alimento e abrigo a todas as espécies, sem discriminação, permitindo silenciosamente seu massacre pela mão do Homem.
Baía de Guanabara, uma esperança... não, uma realidade a ser conservada por todos
Ainda com áreas de manguezal sobre grande pressão humana, a Baía de Guanabara, tem em sua porção leste um oásis. A Área de Proteção Ambiental de Guapimirim e também onde se localiza a Estação Ecológica da Guanabara (APA/ESEC). Um patrimônio que devemos conhecer melhor e ajudar a proteger.
Texto Graça Bispo (CRBio 24.417/RJ) e Seleção de Imagens Pedro Belga
Projeto Caranguejo Uçá
Leia também: PNUD apoia projeto para preservação de mangues brasileiros
Dia 29 de junho é o Dia de São Pedro, o apóstolo pescador e que também é padroeiro dos pescadores. Por isto, a data foi escolhida para comemorar o dia do pescador.
Pescador não é só bom de história. É aquele sujeito que conhece a natureza, entende o mar, sabe olhar para a lua e ver a maré que vem. Antes do sol nascer, lá vai ele com seu barco pesqueiro e para onde sabe que dá peixe - sabe direitinho onde a pescaria é boa. Quando o dia é bom, traz alimento para a família e ainda garante o sustento da casa com o que consegue vender.
O pescador que vive de sua própria produção é bastante comum no nosso país. Muitos vivem em praias paradisíacas e pouco habitadas; nos feriados e nas altas temporadas, costumam ganhar bem mais do que a média anual. Porém, a subsistência destes trabalhadores pode estar ameaçada pela pesca esportiva de pessoas sem licença e sem consciência ambiental, que pescam quantidades superiores à permitida. A poluição das águas também compromete a vida dos peixes e consequentemente a dos pescadores. Portanto, além de cuidar e entender a natureza, o pescador precisa de que todos a sua volta façam o mesmo. Afinal, ele é um dos que sentem na pele como o equilíbrio da natureza é também o equilíbrio do homem.
Aquele que pesca de verdade, não o que só sabe contar história - deve dominar algumas técnicas. É um hobby bastante simples, mas para tudo tem um segredo: tem a isca certa, a escolha dos equipamentos, técnicas de arremesso, tipos de nós usados na pescaria, os melhores locais e horários, quais os pontos de pesca de cada região, entre outros. É preciso saber também distinguir os peixes, e saber onde encontrá-los e o tamanho certo para fisgá-los. Afinal, pescar filhotes não é uma boa ideia: além de render pouco, ainda não tiveram tempo de se reproduzir e, em grande escala, sua pesca pode comprometer a quantidade de peixes do local.
29 de Junho – Dia do PescadorTipos de Pesca
Existe a pesca artesanal, exercida pelo proprietário do meio de produção - sozinho, em parceria ou sociedade. Existe também a pesca empresarial, que contrata terceiros e geralmente é feita em embarcações. Enquanto esta é voltada a processos industriais e à exportação, a pesca artesanal é responsável pelo abastecimento do mercado interno.
Dentro da lei!
Existem atualmente vários tipos de pesca. Em locais fechados, como os clubes e parques próprios, há regras específicas. Mas, para quem quer pegar seu barquinho e se aventurar pelos rios por aí, é bom saber que a pesca ao ar livre exige um documento: a licença de pescador amador. Ela serve para controlar a atividade nas regiões do Brasil e quem for pego pela fiscalização pescando sem a carteirinha deve pagar uma multa de R$ 41,00 por quilo.
A licença obriga o pescador amador a pescar unicamente com caniço simples, caniço com molinete ou carretilha, utilizando linha de mão e anzóis simples ou múltiplos, com isca natural ou artificial, puçá e tarrafa (esta última somente no mar). Há um limite de captura e um tamanho mínimo.
A fiscalização da pesca, realizada pelo IBAMA e serve para evitar que se pesque na época da piracema. A piracema é o período de reprodução dos peixes, quando as fêmeas vão para as margens dos rios desovarem. É, portanto, uma época delicada e por isto a pesca é proibida, sendo permitida apenas a pesca científica e ribeirinha, para subsistência de pequenas comunidades. Quem for autuado pela fiscalização pescando na época da piracema deve pagar uma multa de R$ 69 por quilo pescado.
Para conseguir a licença para a pesca amadora, você pode se informar nas agências do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou dos Correios.
Pesque e solte!
Pesque e solte! Este é o lema de quem vê a pescaria como um ótimo esporte de integração com a natureza, em que o importante são as táticas, estratégias e contato com o meio ambiente. Não vale mais aquela filosofia de contar vantagens; quantos peixes foram pescados ou qual o tamanho deles.
O que importa é cada peixe, como foi pescado, a emoção que trouxe, a luta para tirá-lo da água. Um bom pescador, na hora de soltar o peixe que pegou, sabe que ele precisa estar em boas condições de voltar para a água, sem ferimentos e pronto para continuar nadando. É melhor pescar um peixe, com habilidade, do que vários, com truques.
Alguns peixes exigem paciência e um aprendizado especial. Para outros, os acessórios utilizados vão determinar em grande parte o sucesso do empreendimento. Pescadores modernos lançam mão de iscas artificiais de vários formatos, cores, odores, sabores, sensibilidade e elasticidade. Isto porque as iscas artificiais facilitam a retirada do peixe do anzol, para sua devolução à água; também aumentam a sobrevida do peixe, porque não são engolidas, ao passo que as iscas naturais são - e assim o anzol fica alojado no estômago do peixe.
As varas também ganham novas tecnologias, assim como os chumbos e anzóis. A retirada do anzol é o principal cuidado que o pescador deve tomar quando for devolver o peixe. Quando o anzol não se fixa em áreas importantes, como as brânquias e o intestino, o peixe provavelmente sobreviverá. Nos casos mais graves, é melhor cortar a linha e deixar o anzol no peixe, porque retirá-lo diminuiria suas chances de sobreviver.
É importante também evitar a manipulação; logo que o peixe sai da água, o pescador deve retirá-lo rapidamente do anzol e devolvê-lo, pois este momento entre a captura e a soltura é causador de muita tensão para o peixe. Nesses momentos, o peixe libera hormônios e altera toda sua química interna num processo estressante que, quando muito longo, reduz suas forças e imunidade. Isto aumenta a possibilidade de um peixe solto depois de muita luta morrer por infecção.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística